Pequenas Linhas de Vida
Um pequeno blog com tudo que eu gosto, que consumo, tudo que amo e acredito, pode parecer bobo, piegas ou mesmice, mais no momento é o que me mantem viva,para encarar as durezas que todo mundo passa, fiquem a vontade...
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Agents Of Shield
Hoje eu assisti Agents of Shield, minha primeira impressão: tem potencial, mais pode se perder no meio do caminho se a empolgação for grande nos próximos episódios vamos aguardar.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Sem comentários, coisa mais fofa do mundo...
http://www.iloveanimais.com/2013/09/o-porque-dos-caes-serem-os-melhores.html
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Idéias da madrugada, ou não...
Há algum tempo, uma conhecida me pediu para ajudar em um prólogo de um livro, com o tema um tanto quanto tenso, porém, disse que pensaria em algo, ela não gostou, achou muito digamos não tão impactante, então vou postar para vocês, meus saudosos visitantes, se é que vocês existem ^^:
Ela flutua........leve, sem medo, sem culpa.
Seu cabelo está leve, sente o tecido liso de seu vestido delicadamente tocando seu corpo, ela não sente dor, ou tristeza....então ela vê a luz do sol, seu corpo começa a aquecer lentamente, tudo é lento, como um efeito de slowmotion.
Ela não sente o peso no corpo como antes, ou os seus ossos doendo, ou o cansaço, só sente a leveza da briza, seus olhos estão fechados, pois ela quer aproveitar ao máximo essa sensação única, ela não sente medo, pela primeira vez na vida, ela se sente livre...como se seus problemas estivessem ido embora. E então ela cai lentamente....
Ela cai, em uma velocidade como se nunca fosse chegar ao chão, mais chega, ela cai entre as folhas das arvores na grama, mais se despedaça.
É rápido, pois não existe grama, existe só a ilusão da leveza, de ser liberta, mais o impacto é tão rápido que são segundos de dor, os segundos mais longos da sua vida, ela sente sua coluna se partindo junto com a bacia, poderia sentir todo o resto se desintegrando com o atrito do asfalto, mais seus orgãos já foram perfurados pelos seus ossos, ou o que sobrou deles.
Tudo acaba, fica escuro, não existe mais a delicadeza singular do vento, a combinação perfeita dele com o sol, não existe mais o cabelo batendo no rosto, tudo ficou escuro.
Ela não se arrepende em nenhum momento até ali, não cogita voltar atrás, porque voltar?, tudo era tão frio, tão artificial, a felicidade dela era falsa, no que ela acreditava? porque acreditava? porque deveria acreditar? Ela não escolheu não acreditar, ela cresceu já não acreditando....
Ela flutua........leve, sem medo, sem culpa.
Seu cabelo está leve, sente o tecido liso de seu vestido delicadamente tocando seu corpo, ela não sente dor, ou tristeza....então ela vê a luz do sol, seu corpo começa a aquecer lentamente, tudo é lento, como um efeito de slowmotion.
Ela não sente o peso no corpo como antes, ou os seus ossos doendo, ou o cansaço, só sente a leveza da briza, seus olhos estão fechados, pois ela quer aproveitar ao máximo essa sensação única, ela não sente medo, pela primeira vez na vida, ela se sente livre...como se seus problemas estivessem ido embora. E então ela cai lentamente....
Ela cai, em uma velocidade como se nunca fosse chegar ao chão, mais chega, ela cai entre as folhas das arvores na grama, mais se despedaça.
É rápido, pois não existe grama, existe só a ilusão da leveza, de ser liberta, mais o impacto é tão rápido que são segundos de dor, os segundos mais longos da sua vida, ela sente sua coluna se partindo junto com a bacia, poderia sentir todo o resto se desintegrando com o atrito do asfalto, mais seus orgãos já foram perfurados pelos seus ossos, ou o que sobrou deles.
Tudo acaba, fica escuro, não existe mais a delicadeza singular do vento, a combinação perfeita dele com o sol, não existe mais o cabelo batendo no rosto, tudo ficou escuro.
Ela não se arrepende em nenhum momento até ali, não cogita voltar atrás, porque voltar?, tudo era tão frio, tão artificial, a felicidade dela era falsa, no que ela acreditava? porque acreditava? porque deveria acreditar? Ela não escolheu não acreditar, ela cresceu já não acreditando....
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